A menina tem um problema no pé, o que faz com que tenha que recorrer a canadianas para conseguir andar.
Alice Rodrigues e a filha Patrícia costumam deslocar-se, a pé, até à clínica onde a menina recebe tratamentos de fisioterapia. Mas isso representa uma distância de 26 quilómetros.
Se para quem tem um veículo próprio esta é uma distância considerável, para Patrícia e Alice pior é, uma vez que a clínica encontra-se a 13 quilómetros da sua residência, na localidade de Loure, em S. João de Loure, Aveiro.
Esta viagem é ainda mais dificultada pelo facto de a menina ter mobilidade reduzida, após ter sofrido um acidente, o que faz com que ande com recurso a canadianas. “Temos de sair de casa às 4 horas para estar em Aveiro às 8 horas. É uma viagem que custa muito. Muitas vezes, levo-a ao colo mas, quando não posso mais, vai a caminhar, apoiada em mim”, conta a progenitora de 36 anos.
O Diário de Aveiro, que tinha revelado esta história, noticia este sábado que a menina já tem transporte assegurado.
Fonte: Notícias ao Minuto
